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Resina epóxi a matriz de alto desempenho.

As resinas epóxi encontradas no mercado são pertencentes a duas classes, ambas são obtidas entre uma reação com aminas orgânica ou com ácidos compostos que podem ser a diglicidil éter do bisfenol A (DGEBA) ou a glicidil éter (novolacs)

Na classe de matrizes termorrígidas de alto grau de desempenho, a resina epóxi geralmente é usada em aplicações de compósitos estruturais, tendo como base da sua formulação sendo do tipo: diglicidil éter do bisfenol (DGEBA) (figura 7).

Figura 7 - Estrutura química de uma resina epóxi do tipo diglicidil éter do bisfenol-a (DGEBA).

As resinas epóxi apresentam boas propriedades mecânicas, sendo resistentes a abrasão; no processo de cura apresentam nula liberação de voláteis, baixa absorção de água e temperatura de trabalho de até 220°C.

As resinas epóxi do tipo DGEBA, são largamente utilizados em compósitos que necessitam características como estabilidade dimensional, boa aderência entre os filamentos do reforço, boa resistência química e térmica.

Os compósitos que utilizam de matriz epóxi são propensos a danos mecânicos quando submetidos esforços mecânicos de tração, flexão, além de características estruturais, o compósito quando utilizado de matriz epóxi apresentam baixa densidade aliado a alta resistência a forças externas, ocasionando um compósito de alta rigidez e de alta resistência a fadiga.

Existe uma gama de agentes de cura (endurecedor) específicos para cada tipo de aplicação para se incorporar a resina epóxi.

O agente de cura utilizado determina o tipo de reação de cura do epóxi/endurecedor, afeta diretamente a viscosidade em função do tempo, afeta o tempo de início da fase de gel da resina e após curado afeta a transição vítreas e as propriedades mecânicas do material compósito.

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